segunda-feira, 25 de abril de 2011

Making Solar Energy Cheaper Than Fossil Fuels


Futurist (and occasional
PCMag.com contributor) Ray Kurzweil has observed that solar power—like
computing power—follows a steady rate of increasing efficiency for diminishing
cost. Following the numbers, Kurzweil predicts that in just 20 years, market
forces will completely replace fossil fuels with solar energy. Even the most
stubborn global warming denier will step away from coal and oil—harnessing the
sun's energy will simply become a far cheaper alternative to siphoning,
processing, and transporting dead dinosaur goop.

Two recent potentially major technological innovations may prove
significant in bringing about this energy overlap.

First,
a research team at the University of Michigan suggests that they may be able to
harness solar power without the use of traditional (and relatively expensive)
semiconductor-based solar cells. The team has discovered a way to extract
electric power from light as it refracts through a non-conducting material such
as glass. This new take on solar hardware would slash the cost of panel
production.

This
tech would create a sort of "optical battery" to use the words of
professor and team leader Stephen Rand. "This could lead to a new kind of
solar cell without semiconductors and without absorption to produce charge
separation," Rand goes on to explain. "In solar cells, the light goes
into a material, gets absorbed and creates heat. Here, we expect to have a very
low heat load. Instead of the light being absorbed, energy is stored in the
magnetic moment. Intense magnetization can be induced by intense light and then
it is ultimately capable of providing a capacitive power source."

Don't
worry if you didn't follow all of that.

The
short of it is that researchers believe this method may make solar cells far
more economically feasible. Instead of needing to process semiconductors, these
new forms of cells could be created with glass or transparent ceramics which
are already manufactured in bulk.

Another
recent innovation comes from research at MIT. A team led by electrical
engineering professor Vladamir Bulovic says they have discovered a practical
way to create solar cells out of panes of window glass. The tech would create
photovoltaic cells from a layer of organic materials which can harness the
power of infrared light while allowing visible light to pass through.

The
research is in an early stage and only boasts an efficiency of 1.7 percent.
That's not great. But the team is confident that they will be able to get the
efficiencies up to near 12 percent which would be on par with conventional
solar cells. According to Bulovic, these solar windows would be far cheaper to
produce than traditional solar panels and could be easily integrated into an
existing window-manufacturing operation.

These
energy-collecting window panes might one day allow whole sides of sky scrapers
to become energy producers. Fortunately for this tech, we live in an
architectural era when many of our urban landscapes' largest features are giant
glass behemoths, and they may very well prove a pivotal stepping stone towards
achieving renewable cities.

The
sun has the potential to be used for much more than burning ants and lightly
toasting the population of New Jersey. It may just be the key to rescuing us
from ourselves.

Fonte: extremetech.com

Eike Avança Mais Sobre Setor Elétrico

Eike Batista cria bolsa para agilizar compra e venda de energia
Brix quer operar plataforma eletrônica de negociação a partir de junho.
Bolsa vai atuar no 'mercado livre' do setor elétrico.

O empresário Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, anunciou nesta terça-feira (12) a criação da empresa Brix, que pretende lançar, em junho deste ano, a primeira plataforma eletrônica de negociação de energia no país, que pretende se tornar a primeira bolsa de negócios de energia elétrica do Brasil.

Participaram do anúncio, feito em um hotel na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, os demais sócios da companhia: os executivos Josué Gomes da Silva, CEO da Coteminas, Marcelo Parodi, CEO da Compass Energia, o economista Roberto Teixeira da Costa, primeiro presidente da Comissão de Valores Imobiliários (CVM), e a empresa Intercontinental Exchange (ICE), única pessoa jurídica da sociedade e líder global de negociação eletrônica em diversos mercados.

A nova plataforma eletrônica vai atender aos cerca de 1,4 mil agentes que atuam no Ambiente de Contratação Livre (ACL), também chamado “mercado livre” do setor elétrico, que representa cerca de 25% da energia consumida no Brasil. De acordo com seus idealizadores, a plataforma é a primeira etapa para a criação de uma bolsa de energia no Brasil.

A principal inovação é a criação de um índice para medir o valor de compra e venda de energia elétrica, o BRIX Spot, que vai medir a evolução de preços a partir das negociações efetivadas. Segundo os sócios da Brix, a perspectiva é triplicar o volume de negócios nos próximos três a cinco anos, dos R$ 25 bilhões estimados em 2010 para R$ 75 bilhões.

“Hoje, a negociação é feita por telefone. O vendedor e o comprador perguntam como vão os filhos, como foi o carnaval e, ao final: o preço. É um processo complexo, lento – as vezes dura dias - e caro. Tem baixa eficiência”, afirmou Marcelo Mello, CEO da Brix. “Com a plataforma eletrônica, a negociação poderá ser feita em segundos, com cliques. É uma redução enorme de tempo e custo”, ressaltou.

De plataforma eletrônica a bolsa de energia em três etapas

Até o momento, já foram investidos R$ 25 milhões na Brix. “E, se houver necessidade, os sócios vão aportar mais recursos”, disse Mello. Ao longo dos próximos anos, a Brix vai desenvolver três etapas para a plataforma eletrônica de negociação. O tempo para cada estágio vai depender da evolução do mercado.

A primeira etapa corresponde ao lançamento da plataforma e ao uso dela pelos agentes no ACL, em junho. Os contratos terão apenas liquidação com entrega, ou recebimento físico de energia elétrica por meio de registro na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

A partir do momento em que houver lançamento de contratos de derivativos de energia com liquidação financeira, a Brix passa ao segundo estágio, ampliando o acesso à plataforma ao permitir a participação de instituições financeiras. Na terceira etapa, a Brix vai propor a criação de uma câmara de compensação e liquidação, permitindo então o lançamento de contratos multilaterais com liquidação financeira.

Plataforma vai permitir eficiência na formação de preço

Mello destacou entre os principais benefícios que a plataforma vai gerar a eficiência na formação do preço de mercado da energia elétrica, e a rápida visualização desse valor. “Isso é muito importante para permitir a tomada de decisões no setor de energia”, afirmou. “A nossa operação vai trazer muita transparência ao mercado. A negociação vai ser muito mais eficiente e direta. A energia elétrica vai se tornar um ativo de investimento”, complementou.

O CEO da Brix também destacou a confiabilidade e confidencialidade do sistema. “Todos os dados são criptografados e armazenados pela plataforma por sete anos”, explicou. “Nós conversamos com todo o mercado e a recepção foi muito positiva. Essa plataforma atende aos anseios de grandes empresas, como Petrobras, Vale, Votorantin, Camargo Correa, CSN, Alcoa”, enumerou Mello. “E a EBX, lógico”, emendou Eike Batista, provocando risadas.

“Eu me considero um guerreiro da eficiência. A ICE é um Facebook do setor elétrico”, disse Eike Batista, elogiando a empresa responsável pelo desenvolvimento da plataforma eletrônica. “Essa plataforma agrega todos os conceitos da modernidade. Trazer isso para o Brasil é sair da era analógica para a digital”, complementou.

Roberto Teixeira destacou o pioneirismo da Brix. “Vai ser a primeira e única bolsa de energia na América Latina. Em todas as portas que batemos, recebemos muita simpatia. Não pedimos nada, não tivemos nenhuma benesse, mas sim muito apoio”, disse ele.

Eike Batista critica energia nuclear

Durante a apresentação da Brix, Eike Batista criticou com veemência a utilização de energia nuclear em todo o mundo. “Depois do acidente nuclear no Japão, acho que o carvão vai voltar com força total”, afirmou. “Tudo o que a humanidade não consegue dominar, é bom sair de perto. Não vai ser possível pagar os custos para as exigências que vão se fazer para novos reatores. Essa conta começou a ficar impagável. É um monstro (a energia nuclear)”, enfatizou.

“Os alemães, que são um povo muito técnico, estão saindo desse setor (de energia nuclear)”, observou Batista. O empresário acredita que as pesquisas, agora, vão se voltar para conseguir extrair gás carbônico das plantas e transformá-lo em biomassa.

“Eu faço uma aposta que os centros de pesquisa do mundo vão descobrir um processo nas próprias plantas parecido com catalisadores de automóveis. Vamos ter uma espécie de catalisador para sequestrar o carbono das plantas”, disse ele. “O CO2 (gás carbônico) vai virar biodiesel”, finalizou.
Fonte: G1

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Espinafre com plástico transforma luz do Sol em hidrogênio

Material biossintético

Cientistas anunciaram a criação de um "sistema bio-híbrido de fotoconversão", um pomposo nome para uma mistura de compostos retirados do espinafre e plástico.

O fato é que a mistura inusitada se mostrou uma forma eficiente de captação da energia solar para produção de hidrogênio.

A técnica se fundamenta na interação de proteínas de fotossíntese da planta com os polímeros sintéticos - uma espécie de plástico.

Energia super limpa

A produção de hidrogênio diretamente da energia solar é considerada uma das formas mais limpas de energia, ao alimentar as células a combustível a hidrogênio, que produzem eletricidade e geram apenas água como subproduto.

A fotossíntese, o processo natural realizado pelas plantas, algas e algumas espécies de bactérias, converte a energia da luz do Sol em energia química, sustentando praticamente toda a vida na Terra.

Há tempos os cientistas vêm buscando formas de imitar esse processo, criando uma fotossíntese artificial que possa resolver definitivamente os problemas de energia da humanidade com um mínimo de poluição.

Membrana biossintética

Os cientistas do Laboratório Nacional Oak Ridge, nos Estados Unidos, deram um passo importante em direção a esses sistemas artificiais de conversão da luz solar.

Usando análise por espalhamento de nêutrons, eles demonstraram que as proteínas captadoras de luz do complexo II (LHC-II) podem se mesclar de forma autônoma com os polímeros para formar uma membrana biossintética e produzir hidrogênio.

Seria como uma célula solar, com a diferença de que, enquanto uma célula solar capta a luz do Sol e produz eletricidade, a nova membrana biossintética produz hidrogênio, um combustível limpo que hoje é produzido a partir de derivados do petróleo.

O hidrogênio pode ser usado de inúmeras formas, mas principalmente em automóveis e caminhões, substituindo os motores a combustão dos carros atuais e eventualmente dispensando as baterias necessárias aos carros elétricos.

Conversão luz solar-hidrogênio

O mais interessante na descoberta é que a mistura de proteínas e polímeros é capaz de se regenerar, reagindo ao desgaste e evitando a queda no desempenho da conversão luz solar-hidrogênio.

Quando as proteínas, retiradas diretamente do espinafre, foram adicionadas a uma solução contendo os polímeros, elas interagiram com eles para formar estruturas lamelares parecidas com as existentes nas membranas fotossintéticas naturais.

A estrutura tem uma enorme área superficial para coletar a luz. Combinada com um catalisador, como a platina, ela pode converter a luz do Sol em hidrogênio.

"Este é o primeiro exemplo de uma proteína alterando o comportamento de fase de um polímero sintético que encontramos na literatura. Esta descoberta poderá ser usada para a introdução de sistemas de autorreparo nos futuros sistemas de conversão solar," diz o Dr. Hugh O'Neill, coordenador da pesquisa.


Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica

Energia solar: Propostas para um setor fotovoltaico brasileiro


Guilherme Gorgulho - Inova Unicamp

A curva descendente do custo de produção de energia elétrica a partir de matrizes renováveis e a preocupação com o alto nível de emissão de gases de efeito estufa dos combustíveis fósseis estão aumentando o interesse do mundo sobre as fontes limpas, entre elas, a energia solar fotovoltaica (FV).

A energia solar fotovoltaica se refere à conversão da luz do Sol diretamente em eletricidade usando células solares semicondutoras, normalmente à base de silício.

O Brasil, no entanto, ainda não dispõe de um setor de energia solar fotovoltaica. O setor privado, governo e as universidades começam a buscar uma interação para fortalecer o setor no País.

Jazidas de quartzo

Durante o workshop Inova FV - Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil, realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), membros do governo federal, representantes de empresas e pesquisadores de várias partes do País discutiram as vantagens e gargalos dessa indústria e apresentaram sugestões.

A criação de um ambiente econômico e institucional que permita o surgimento da indústria da energia solar fotovoltaica no País englobará um amplo leque de pesquisa e inovação tecnológica para a produção de equipamentos e materiais, geração de energia e produção de matéria-prima de maior valor agregado.

O Brasil conta com importantes jazidas de quartzo de qualidade e um parque industrial que extrai o mineral e o transforma em silício grau metalúrgico, uma matéria-prima ainda bruta para a produção de painéis fotovoltaicos.

No evento na Unicamp, o discurso foi unânime sobre as perspectivas promissoras para o setor, condicionadas, entretanto, a uma ação simultânea e coordenada entre os vários segmentos interessados.

Representantes dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Minas e Energia (MME) e Ciência e Tecnologia (MCT), da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) apresentaram as iniciativas que o governo federal está tomando para alavancar o setor, como a possibilidade futura de leilões para aquisição de energia, e debateram as formas pelas quais as barreiras regulatórias poderão ser superadas.

Criação de um setor fotovoltaico brasileiro

Para Cássio Marx Rabello da Costa, gerente de projetos da ABDI, "não é possível avançar sem a articulação entre governo, empresa e universidade".

O representante da agência vinculada ao MDIC apresentou uma estratégia que consiste em identificar e agrupar os segmentos, conhecer as necessidades, estimar os mercados potenciais, pôr em prática agendas de ações e realizar investimentos visando à criação de empresas.

A proposta baseia-se nas conclusões de um estudo apresentado em 2009 pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), que também participou do Inova FV, chamado "Energia Solar Fotovoltaica no Brasil".

Em sua apresentação, Rabello dividiu o setor em dois segmentos: insumos e componentes (que incluem obtenção, refinamento e tratamento da matéria-prima e equipamentos complementares) e aplicações (sistemas isolados ou conectados, sejam em minirrede, individuais, coletivos, comerciais ou centrais).

Segundo a ABDI, cada segmento vai requerer um tipo de medida ou instrumentos, como, por exemplo, as compras governamentais para programas como o Luz Para Todos. "Essa segmentação que nós propomos significa tratar os diferentes de formas diferentes. Estamos falando de um mercado que ainda não existe, mas nós estamos fazendo um esforço para que ele se inicie da forma certa."

Como medida prática, Rabello propôs a entrega de um documento prévio para o governo, dentro do prazo de 30 dias, com propostas para a criação do setor fotovoltaico no Brasil, com as respectivas medidas e instrumentos para cada segmento da cadeia da energia solar FV, a partir da articulação de representantes da ABDI e de empresas.

Oportunidade tecnológica para o Brasil

Marcos Vinícius de Souza, diretor de Fomento à Inovação do MDIC, destacou que o Brasil ainda tem chances de disputar esse mercado, pois a tecnologia ainda não está suficientemente madura. "O setor de tecnologia da informação evoluiu muito nesses últimos anos, e o de energia, comparativamente, nem tanto."

O assessor técnico da Secretaria de Inovação do MDIC Luciano de Sousa reconheceu que os instrumentos de incentivo para o setor ainda são insuficientes para estimular o crescimento de uma forma mais vigorosa. "Nós queremos identificar o que pode ser aprimorado nessas leis, e sempre há."

Sousa destacou que as leis não contemplam benefícios para o silício grau metalúrgico, apesar de incluírem vantagens para células FV e painéis solares.

Além da questão tributária, ele disse que ainda são necessários aperfeiçoamentos na questão do financiamento, mas lembrou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) oferece crédito para energias renováveis entre as suas "melhores linhas", com juros de 3% ao ano. "Isso é tanto para quem quer produzir energia solar fotovoltaica quanto para quem quer montar indústrias, sejam de células ou de painéis."

Priorização do setor fotovoltaico

Eduardo Soriano, coordenador de Tecnologia, Inovação e Energia do MCT, anunciou que o ministério apresentará internamente ainda em março um projeto relacionado a pesquisa e desenvolvimento no setor de energia solar fotovoltaico. Esse projeto será detalhado posteriormente com o apoio da comunidade científica e de empresas.

Segundo ele, no projeto será priorizada a operacionalização do Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec), estruturado por meio de redes de institutos federais, estaduais e privados para apoiar o desenvolvimento de empresas.

"Já foi sinalizado que uma das áreas prioritárias da PDP (Política de Desenvolvimento Produtivo) será a de energias renováveis. Teremos que dar uma atenção muito grande para o setor fotovoltaico", revelou Soriano.

Já o MME criou um novo grupo de trabalho para tratar de energia solar fotovoltaica que se debruçará sobre três aspectos do problema, segundo Roberto Meira Júnior, coordenador geral de Fontes Alternativas do Departamento de Desenvolvimento Energético do ministério.

O primeiro deles é a questão da regulamentação junto à Aneel, com prazo previsto de conclusão de seis meses. O segundo ponto será a questão da forma de comercialização, em que serão feitas simulações com geração distribuída (produzida próxima ou no próprio local de consumo) e com os modelos de leilão. E o terceiro ponto tratará da geração centralizada.

Meira explicou que o prazo total para a conclusão dos trabalhos do grupo é de 18 meses.

Agregação de valor

O surgimento do setor de energia solar fotovoltaico no País poderá ajudar a minimizar um problema grave para a economia brasileira nos últimos anos: o déficit comercial de produtos de alto valor agregado.

No setor industrial, a articulação também está ganhando corpo, sendo que há indústrias produzindo inversores, controladores de cargas, estruturas de alumínio, gabinetes, cabos e conectores.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), começam a aparecer as primeiras empresas se capacitando também para produzir módulos fotovoltaicos, com o objetivo de verticalizar essa produção para fazer células fotovoltaicas, e empreendedores querendo investir para produzir módulos fotovoltaicos do tipo thin film.

A Abinee criou no mês passado um grupo que poderá servir como interlocutor com o governo para discutir medidas e instrumentos para estimular o setor. Leônidas Andrade, diretor do Grupo Setorial de Sistemas Fotovoltaicos da entidade, afirmou durante o Inova FV que a ideia surgiu há um ano, a partir da reunião de três empresas.

Em agosto de 2010, antes do estabelecimento formal do grupo, a Abinee apresentou um documento ao governo federal com uma proposta para a criação do Programa Brasileiro para o Estabelecimento do Setor Fotovoltaico.

"A recepção foi bastante boa, foi uma reunião interministerial com representantes do MME, MDIC e MCT. Uma das nossas proposições é não ficarmos isolados, nós não acreditamos que a indústria seja um clube fechado e que as coisas sejam decididas a portas fechadas. É extremamente importante que nós estejamos falando com os diversos setores da sociedade, entre eles a academia, que tem carregado essa cruz ao longo de tantos anos, tentando sensibilizar para a importância da energia fotovoltaica", disse Andrade.

Criação do mercado

Atualmente mais de 50 empresas frequentam o Grupo Setorial, a maioria delas associadas da Abinee, sendo que quatro grupos de trabalho foram criados: leilão, mercado, tributário, e inversores e normas.

"A indústria precisa saber para que lado deve ir. O Brasil quer ter essa indústria aqui ou não? Muito se fala da paridade tarifária, nós sabemos que ela vai vir. Mas nós não podemos esperar ela chegar para nos apropriarmos dessa forma de energia, porque aí será tarde demais. Nós não podemos pagar esse preço, não podemos esperar", alertou Andrade.

Segundo o documento do CGEE "Energia Solar Fotovoltaica no Brasil", existem estimativas de que, "em aproximadamente 10 anos, o preço da energia fotovoltaica será igual ou inferior ao preço das fontes convencionais".

Para o executivo da Abinee, "mercado é a palavra chave", mas as empresas não podem aguardar "muitos anos" até que isso se concretize. "Se nada acontecer em um ou dois anos, pode ter certeza de que esse entusiasmo vai desaparecer, porque as empresas não podem esperar, elas vão para outros países, e o grande perdedor será o Brasil."

Andrade defende que o País precisa olhar também para o mercado externo, apesar da forte concorrência de países como a China, que é o maior exportador de módulos fotovoltaicos. "Uma empresa localizada no Brasil tem que ter competitividade suficiente para exportar seus produtos, ela não vai viver só do mercado brasileiro."

Estádios e aeroportos como usinas

O Inova FV, organizado pelo Nipe (Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético) da Unicamp em parceria com a organização não governamental International Energy Initiative (IEI), contou também com palestras de representantes de empresas como Cemig, Rima, Eletrobras, MPX, Gehrlicher, Kyocera e Siemens.

Além disso, foram discutidas novas possibilidades para esse mercado, como a transformação de estádios de futebol e aeroportos em espécies de usinas de geração de energia solar fotovoltaica, considerando a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Também houve apresentações de pesquisadores de instituições como a Universidade de São Paulo (USP) - representada pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia -, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) - representada pelo Laboratório de Energia Solar -, e Universidade Federal do Pará (UFPA) - representada pelo Grupo de Estudos e Desenvolvimento de Alternativas Energéticas.

No âmbito do financiamento de empreendimentos, o evento contou com a participação da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (Abvcap), que mostrou dados que colocam o setor de energia entre um dos que mais atraem capital empreendedor no Brasil, atrás apenas dos aportes em tecnologia da informação e eletrônico.











sexta-feira, 25 de março de 2011

Brasil: Secretário disse que empresários terão que investir em Energia Alternativa

Pobre também deveria ter painel solar, diz secretário do Clima

O novo secretário nacional de Mudança Climática, Eduardo Assad, tem dois recados para os empresários do país: se quiserem investir em energia alternativa, haverá crédito barato do governo. Se não quiserem, vão ter de investir do mesmo jeito.

Engenheiro com doutorado em hidrologia, o pesquisador da Embrapa Informática assumiu o cargo na semana passada, com carta branca da ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) para formular a política climática.

Ele diz que o recém-criado Fundo Clima, que começa neste ano com R$ 229 milhões, será o principal incentivador do desenvolvimento de tecnologias como energia solar, de marés e biodiesel.

Mas avisa que essas mesmas linhas de crédito devem abrir no governo o debate sobre restrições a financiamento para quem não quiser adotar tecnologias limpas. “Soltou-se essa lebre”, afirma.

Um entrave sério, para ele, é a maneira de pensar em energia no Brasil. “Num país cuja mentalidade de geração de energia nos últimos 50 anos foi hidrelétrica, você tem posições que são refratárias imediatamente”, diz.

“Se eu puder tomar meu banho com energia solar, será um passo razoável. Isso não é novo: a classe média alta em todas as cidades brasileiras já faz isso. Por que o pobre não pode fazer?”

Folha – O que muda na secretaria de Mudança Climática?
Eduardo Assad – Estamos num processo de discussão. Hoje a secretaria se chama Secretaria de Mudança Climática e Qualidade Ambiental, provavelmente vai se chamar Secretaria de Mudança Climática e Recursos Hídricos, talvez florestas, para você ter mais aderência nessas questões todas. Uma das nossas missões é acompanhar o desmatamento. Outra é acompanhar políticas para reduzir desertificação. Acompanhar reduções de gases de efeito estufa. Discutir, acompanhar e participar dos sistemas de alerta.

Existe uma previsão no Fundo Clima de recursos para pesquisa em energia solar. Mas é pouco, não?
É pouco. Mas a boa notícia é que agora tem. Vamos competir com o setor elétrico? Absolutamente! O que nós queremos é que, naquelas regiões do Brasil onde você tem problemas de distribuição, áreas pequenas, municípios com 5.000, 10 mil habitantes, por que não utilizar energia solar, pelo menos para aquecer a água? Isso não pode ser uma opção somente das áreas urbanas, da classe média alta. Por que o pobre não pode usar coletor solar?

O Brasil tem condições hoje de usar energia fotovoltaica?
Tem. Existe um grupo no Rio Grande do Sul que desenvolveu um material muito legal e bastante eficiente. Então vamos agitar isso para encontrar soluções que falem, por exemplo, de refrigeração solar para preservar alimentos no sertão? Isso não é novo, é do meu tempo de estudante. É caro? É caro. Mas nas áreas mais afastadas dos grandes centros talvez não seja tão caro.

Vamos começar pelo começo, por aquelas áreas onde você pode fazer isso de uma forma mais eficiente. Isso gera demanda de pesquisa, de novos materiais, de eficiência. E você vê a partir daí se é possível.

Num país cuja mentalidade de geração de energia nos últimos 50 anos foi hidrelétrica, obviamente você tem posições que são refratárias imediatamente. E cálculos enormes dizendo que não é isso, que não é aquilo…

Quando você discute essas coisas, tem de olhar para o futuro, num horizonte de 40 anos, de 50 anos. Só que 30 anos atrás já se falava disso. E não se fez. Outra coisa importante: 8.000 km de costa e você não tem energia de marés. Por quê?

Também existem populações na beira do mar que têm dificuldade de ter energia. E é um absurdo não ter nenhum protótipo instalado. A iniciativa privada não quer? Tá bom, o governo quer.

E o Brasil comprou um protótipo da Alemanha?
Não sei se da Alemanha, mas comprou de fora.

Não é um pouco ingênuo achar que só porque existe dinheiro e expertise no país o negócio vai ser feito? Nosso empresariado é cronicamente ruim de inovação.
Vamos dizer que nós estamos mais ou menos na situação em que os EUA estavam em 1930, 1940, quando se decidiu que todos os equipamentos usados em ciência e tecnologia deveriam ser americanos. No momento em que isso foi feito, várias indústrias cresceram. Nós em grande parte perdemos esse “timing” no Brasil. Mas o governo pode sinalizar que está trabalhando nessa linha, energia renovável. Se eu coloco esse dinheiro a juros de mercado, ninguém vai pegar. Então nós vamos atrair recursos para isso.

Mas não basta oferecer a cenoura do juro barato, é preciso dar o chicote da regulação.
Vamos tentar pensar na posição mais favorável, não na cobrança, mas no incentivo: você tem de um lado esse incentivo, de outro um programa imenso no MCT de inovação, que precisa de recurso nosso para avançar.
Alguns exemplos importantes no Brasil surgiram nessa linha de energia. O exemplo de São Paulo e de Gramacho, do aterro sanitário, é fantástico. Você recicla, gera energia e atende 600 mil pessoas. É o melhor dos mundos. Dentro da lógica da redução de emissões, opções novas vão ter de surgir. Jogar pedra em energia solar, isso se faz há 30 anos.

Fonte: Folha.com



terça-feira, 22 de março de 2011

Falta de água no Brasil já é uma realidade

ANA calcula que 55% podem ter desabastecimento até 2015 no país.

Para garantir suprimento, seria necessário investir R$ 70 bilhões até 2025.


Um atlas a ser lançado nesta terça-feira (22) pelo governo federal aponta que mais da metade dos municípios brasileiros pode ter problemas de abastecimento de água até 2015.

De acordo com a obra, produzida pela Agência Nacional de Águas, subordinada ao Ministério do Meio Ambiente, 55% dos 5.565 municípios do país podem sofrer desabastecimento nos próximos quatro anos. O número equivale a 73% da demanda de água no país.

Ainda de acordo com a publicação, “a maior parte dos problemas de abastecimento urbano no país está relacionada com a capacidade dos sistemas de produção” - 84% das sedes urbanas necessitam investimentos para adequação de seus sistemas produtores de água e 16% apresentam déficits decorrentes dos mananciais utilizados.

O atlas usa uma projeção de que o país terá um incremento demográfico de aproximadamente 45 milhões de habitantes entre 2005 e 2025. Isso implica num considerável aumento da demanda de abastecimento urbano, exigindo aportes adicionais de 137 mil litros por segundo de água nesses 20 anos, conclui a ANA.

Para contornar essa dificuldade, seriam necessários investimentos de R$ 22,2 bilhões até 2025 na ampliação e adequação de sistemas produtores ou no aproveitamento de novos mananciais, calcula a agência.

"A maioria dos municípios brasileiros apresenta algum grau de comprometimento da qualidade das águas dos mananciais, exigindo aportes de investimentos na proteção das captações. Desse modo, foram recomendados no atlas R$ 47,8 bilhões de investimentos em coleta e tratamento de esgotos nos municípios localizados à montante (rio acima) das captações com indicativosde poluição hídrica", diz o livro.

O total de investimentos propostos em ampliação e melhoria dos sistemas de água e esgotos é de R$ 70,0 bilhões.

Estado atual

A capacidade total dos sistemas produtores de água em operação no país é de aproximadamente 587 mil litros por segundo, bastante próxima às demandas máximas atuais, que gira em torno de 543 mil litros por segundo. Isso implica que grande parte das unidades está no limite de sua capacidade operacional. A região Sudeste apresenta 51% da capacidade instalada de produção de água, seguida das regiões Nordeste (21%), Sul (15%), Norte (7%) e Centro-Oeste (6%);

As Regiões Norte e Nordeste são as que possuem, proporcionalmente, as maiores necessidades de investimentos em sistemas produtores de água - mais de 59% das sedes urbanas. Entre os problemas dessas regiões destacam-se a precariedade dos pequenos sistemas de abastecimento de água do Norte, a escassez da porção semiárida e a baixa disponibilidade de água das bacias hidrográficas litorâneas do Nordeste.

Na Região Sudeste, muitos problemas de abastecimento decorrem da elevada concentração urbana. A agência vai colocar o atlas à disposição do público no endereço www.ana.gov.br/atlas

Fonte: http://g1.globo.com

terça-feira, 15 de março de 2011

Futuro promissor das Energias "Limpas"

Energias limpas registram rendimentos de US$ 188bi

Autor: Fabiano Ávila

A expansão dos lucros das indústrias de renováveis até 2010 foi muito mais rápida do que a prevista por especialistas e a atual procura por ações dessas empresas, por causa da crise nuclear, projetam um 2011 ainda melhor

A tragédia natural no Japão, que assumiu agora os contornos de uma crise nuclear com o vazamento de material radioativo da usina de Fukushima, está fazendo com que as ações de empresas de energias renováveis sejam muito atrativas para os investidores, o que deve resultar em um crescimento recorde no setor em 2011.

Não que as indústrias solar fotovoltaica (PV), eólica e de biocombustível estivessem atravessando um momento ruim. Muito pelo contrário. Segundo o relatório Clean Energy Trends 2011, divulgado nessa segunda-feira (14) pela consultoria norte-americana Clean Edge, esse setor apresentou em 2010 uma alta de 35,2%nos seus rendimentos, chegando a marca dos US$ 188,1 bilhões.

O relatório, em sua décima edição, mostra que ao longo da última década as energias solar PV e eólica registraram um crescimento médio de 30% a 40%, respectivamente. Uma alta muito além do que as primeiras edições do estudo imaginavam.

Há 10 anos, a Clean Edge previu que a energia solar iria passar de um mercado de US$ 2,5 bilhões para US$ 23,5 bilhões em 2010 e o eólico iria aumentar de US$ 4 bilhões para US$ 43,5 bilhões. Mas estas previsões, consideradas otimistas na época, acabaram se mostrando muito inferiores à realidade, com a energia solar PV subindo cerca de 300% e a eólica 50% além das estimativas.

“Na última década testemunhamos as energias limpas se transformando em grandes oportunidades de negócios e hoje suas taxas de crescimento estão no mesmo patamar daquelas apresentadas por outras revoluções tecnológicas, como a telefonia, computadores e Internet”, explicou Ron Pernick, um dos fundadores da Clean Edge.

Segundo dados do relatório, o mercado global de energia solar PV expandiu de US$ 2,5 bilhões em 2000 para US$ 71,2 bilhões em 2010, representando um aumento de 39,8%.

Por sua vez a energia eólica passou de US$ 4,5 bilhões em 2000 para US$ 60,5 bilhões, uma alta de 29,7%.

Os biocombustíveis (etanol e biodiesel) chegaram a marca de US$ 56,4 bilhões no ano passado e devem alcançar US$ 112,8 bilhões até 2020. A produção de biocombustíveis em 2010 foi de 102 bilhões de litros, bem acima dos 87 bilhões de 2009.

“Nós esperamos uma desaceleração no crescimento das renováveis assim que elas alcançarem uma maior fatia do mercado nos próximos anos, mas ainda existe uma grande margem para expansão”, concluiu Pernick.

Ações em Alta

O relatório da Clean Edge foi produzido antes dos acontecimentos recentes no Japão, caso contrário possivelmente apostaria em um crescimento recorde das energias renováveis.

As preocupações com a segurança de instalações nucleares estão levando diversos países a reverem seus planos de expansão para esse tipo de energia, o que, por consequência, derrubou as ações de empresas ligadas ao setor.

As ações da Toshiba Corp, que é proprietária da companhia de construção de usinas Westinghouse, caíram 19,46%. A General Eletric, que também possui grandes investimentos na tecnologia nuclear, fechou a segunda-feira com uma queda de 4,1% no mercado norte-americano.
Já as empresas de energias renováveis apresentaram fortes altas por todo o mundo. No momento, as cinco melhores ações do índice alemão de tecnologia (TECDAX) pertencem a empresas do setor. A Conergy registrou a maior alta, chegando a 71%. SolarWorld, SMA Solar, Q-Cells e Nordex fecharam com altas entre 10% a 23%. Já a Vestas Wind Systems subiu 7,4% na bolsa de Copenhague.

Diante de toda essa procura dos investidores e com as possíveis alterações nos planos energéticos das nações – que também estão preocupadas com o aumento do preço do barril de petróleo devido à instabilidade no Oriente Médio - parece certo que teremos um novo boom das energias renováveis neste ano.

Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais

sexta-feira, 11 de março de 2011

Man Invents Machine To Convert Plastic Into Oil

In an efficient and safe effort to save us from the ill-effects of plastic waste, Akinori Ito has developed a machine which converts plastic back into oil.

Click no link abaixo e veja como transformar plástico em um derivado do petróleo:

quinta-feira, 3 de março de 2011

White Roofs can Save $735 Million Per Year


Energy Secretary mandates Energy Department to Install White Roofs

U.S. energy secretary Steven Chu, is urging Americans to help cool the planet and add money to their pockets by painting their roofs white, a color that reflects the highest amount of sunlight. In addition, he's mandating all Energy Department offices to install white roofs and urging other federal agencies to follow suit.

“When you’re thinking of putting on a new roof, make it [a] white [roof],” Secretary Chu told Jon Stewart’s of the “Daily Show” in 2009. “It costs no more to make it white than to make it black.”

“Cool [white] roofs are one of the quickest and lowest-cost ways we can reduce our global carbon emissions and begin the hard work of slowing climate change,” he said in a statement.

White roofs can also put money back in your pockets. A 2009 study by the Lawrence Berkeley National Laboratory’s Heat Island Group found that if 80 percent of air-conditioned buildings in the United States were retrofitted with white roofs, the U.S. would save $735 million a year in reduced energy costs and would reduce emissions equivalent to that of 1.2 million cars.

Another Berkeley Lab study published this year found that increasing the reflectivity of urban roofs in areas with a population of over one million would reduce the yearly island heating effect in an amount equivalent to the carbon emissions of 300 million cars.

Fonte: buildaroo.com

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Ipea: 0,5% dos municípios brasileiros tem condições de gerar créditos de carbono

Da Agência Ambiente Energia - Dos 5.612 municípios brasileiro, 100 têm condições de implmentar projetos que utilizem os aterros sanitários para gerar créditos de carbono, o que poderia resultar numa receita bruta de 2,7 bilhões de euros, com uma redução de emissões de carbono estimada em 807 milhões de toneladas. Esta é uma das conclusões do estudo “Utilização do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)”, divulgado pelo Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Como exemplos, o documento análise as iniciativas para geração de biogás desenvolvidas pelo Projeto NovaGerar, em Nova Iguaçu (RJ), e do Aterro Bandeirantes, em São Paulo.

Segundo o estudo, o setor de saneamento básico, em particular o de tratamento de lixo, apresenta elevada potencialidade para a utilização de um MDL setorial. “A maior utilização do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo poderia ser um elemento importante para viabilizar projetos ou políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento brasileiro sustentável”, afirmou a técnica de Planejamento e Pesquisa Maria Bernadete Gomes.

Além de abordar o setor de saneamento básico do Brasil e o tratamento dos resíduos sólidos e projetos de geração de energia a partir de aterros, o estudo trata dos panoramas brasileiro e mundial do MDL, do mercado de carbono – com seus volumes e valores –, das políticas públicas e medidas de desenvolvimento sustentável. No mercado de MDL, o Brasil figura no terceiro lugar.

Fonte: Agência Ambiente Energia