quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Reciclar Lixo Espacial: Será que essa ideia sairá do chão?


Agência dos EUA tem plano para reciclar lixo espacial

Há pelo menos US$ 300 bilhões em peças na órbita da Terra.
Tecnologia atual ainda não é suficiente para atingir objetivo.


Um projeto do governo norte-americano tem como plano reciclar o lixo espacial. Além de reduzir o risco de que as peças caiam sobre a Terra, a ideia pode economizar muito dinheiro. Depois que um satélite deixa de funcionar, há muitos componentes que continuam em perfeito estado, e a estimativa é de que haja mais de US$ 300 bilhões na órbita do planeta.


O desenvolvimento de tecnologias que permitam essa reciclagem é o objetivo do programa Phoenix, da Agência de Projetos de Pesquisa Avançados de Defesa (Darpa, na sigla em inglês). “Se esse programa der certo, lixo espacial vai virar recurso espacial”, afirma Regina Dugan, diretora do órgão.
Com a tecnologia disponível hoje, ainda é muito difícil interceptar um satélite para recuperar suas peças. “Os satélites em órbita não foram feitos para serem desmontados ou consertados, então não é uma questão de apenas tirar um ou outro parafuso”, lamenta David Barnhart, gerente do programa.
“Isso exige nova tecnologia de robótica e de imagens remotas, assim como ferramentas especiais para prender, cortar e modificar sistemas complexos, uma vez que as juntas são moldadas ou soldadas”, aponta Barnhart, que lembra ainda: “tudo com gravidade zero”.
Fonte: G1

Floresta no Céu da Itália


Floresta será exibida em torres que estão sendo construídas.
Projeto prevê a colocação de 730 árvores, 5 mil arbustos e 11 mil plantas.



Duas torres que estão sendo construídas em Milão, na Itália, terão uma "floresta no céu”. Os 27 andares das torres de cerca de 110 e 80 metros de altura contarão com uma floresta de um hectare. Quando estiverem concluídos, segundo o projeto, os dois prédios exibirão 730 árvores, 5 mil arbustos e 11 mil plantas. As torres foram projetadas pelo arquiteto Stefano Boeri, de 55 anos.


Torres projetadas pelo arquiteto Stefano Boeri, de 55 anos, estão em construção. (Foto: Boeri Studio/Barcroft Media/Getty Images)Fonte: G1

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Recorde do viVERDEperto

Recorde de acessos e visualizações de páginas na web em toda a história do site.
Parabéns ao viVERDEperto que no mês de Outubro de 2011 quebrou o seu próprio recorde.
Parabéns a todos que desfrutam de suas informações!




ACESSO DE MICRO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA

Para quem quer saber como anda a Resolução Normativa - que busca reduzir as barreiras para a instalação de micro e minigeração distribuída incentivada e alterar o desconto na TUSD e TUST para usinas com fonte solar - Segue o link da ANEEL abaixo:



Fonte: ANEEL

Caminhos da Energia - Episódio 08 - Alternativas para geração de eletricidade


De bicicleta em Londres: um caso de amor

Para quem mora, já morou ou somente admira a capital Inglesa, indico essa super reportagem da Natália Garcia veiculada pelo Jornal O ECO.



* a jornalista Natália Garcia criou o projeto Cidades para Pessoas. Durante um ano ela vai viajar por 12 cidades do mundo e morar por um mês em cada uma delas em busca de boas ideias de planejamento urbano que tenham melhorado essas cidades para quem mora lá. Veja mais em www.cidadesparapessoas.com.br

Fonte: O ECO

Floresta solar dá sombra para carros elétricos


Caminhos da Energia - Episódio 07 - O Calor


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Equipamento produz energia e dispensa aterros


Um equipamento com capacidade para transformar uma tonelada de material orgânico em até 600 m³ de biogás em, no máximo, 60 dias e sem necessidade de aterros. O Alt-Lix é um biofermentador desenvolvido pela Ambiente Moderno Consultoria, empresa da Vila Valqueire, na zona norte do Rio de Janeiro.

O produto inédito no País é apresentado no espaço de exposição da Semana Sebrae de Tecnologia e Inovação, do Sebrae no Rio de Janeiro. O evento acontece no Centro Cultural Ação da Cidadania, na Saúde, bairro da zona portuária do Rio, até sexta-feira (21).

O criador do Alt-Lix e um dos sócios da empresa, Marco Antonio de Mieres, explica que desenvolveu um processo em que o biofermentador transforma todo o material orgânico em gás. Segundo ele, o equipamento dispensa a criação de aterros sanitários. Deposita-se o lixo em containeres, levados para a usina sem risco de contaminar solo ou lençol freático.

Como base de comparação, o empresário explica que em um grande aterro sanitário são necessários dois anos para se começar a produzir gás, captado por meio de dutos, e 20 anos para encerrar as atividades na área.

"O Alt-Lix acaba com o lixo e, segundo nossas pesquisas, não existe nada parecido no mundo. O processo ainda pode ser feito por módulos, adequado à demanda. Num grande evento, todo o lixo se processaria numa semana para gerar energia no local", afirma Mieres.

PATENTEA empresa, criada há apenas dois anos, desenvolveu a ideia com recursos do Prime - Programa da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Ela está no processo final para se tornar uma das incubadas do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).

"Recebi uma proposta milionária de um país europeu para vender a patente, mas recusei. O processo do Alt-Lix evita odor, é ambientalmente correto, resolve o problema do lixo, acaba com os aterros sanitários e não produz chorume, líquido altamente tóxico", informa. "Sei que isso vale muito e já registrei a patente em 144 países", revela.



Fonte: http://exame.abril.com.br

ESTÁDIO PITUAÇU EM SALVADOR COM ENERGIA SOLAR



Boa notícia para quem gosta de futebol – e ótima para quem se preocupa com os recursos do planeta!
O estádio Governador Professor Roberto Santos, mais conhecido como Pituaçu, em Salvador, será o primeiro totalmente alimentado por energia solar no País. A previsão é de que a cobertura de painéis fotovoltaicos fique pronta até o fim do ano.
Autossuficiente, Pituaçu terá geração anual de 630 MW/h, quantidade que dá para abastecer todas as instalações do local. Mas, energia solar é ainda muito caro. O projeto dos paineis, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi orçado em R$ 5,5 milhões – por ano o estádio irá economizar cerca de R$ 200 mil em energia.
O Brasil segue o exemplo de estádios gringos, como Badenova Stadium, na Alemanha, e o Stade de Suissse Wandkdorf National, na Suíça, que já são abastecidos com energia limpa e renovável.
Pituaçu não vai sediar a Copa 2014, mas será usado para o treino das seleções. Mais uma boa coisa que o Brasil vai poder mostrar aos adversários durante a Copa, além do futebol. Será?

Fonte: http://www.swu.com.br