terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O Próximo Passo!

Amigos e amigas, esse ano foi de muita luta, determinação e perseverança. Alguns sonhos concretizados, outros planejados. Quero externalizar o desejo de muita força e alegria para podermos continuar enfrentando os novos e velhos desafios.

Ano que vem promete, assim queira Ele.

De antemão, quero divulgar alguns equipamentos solares e serviços em sistemas fotovoltaicos que ofertaremos em 2011.

Abaixo segue uma amostra de um aparelho portátil de produção de energia elétrica a partir da radiação solar. De fácil instalação e chamado de AnyWhere Lightining Solar Powered System, o produto é ideal para iluminação em qualquer lugar . Seja em acampamentos, viagens, em casa ou na praia, o kit oferece a mobilidade e a diversificação do uso do recurso renovável solar.

O Kit vem nessa caixinha da altura de uma garrafa de vinho normal.

As baterias são acopladas nas lâmpadas de Leed.

Nesse novo ano, vou plantar uma arvore dentro do meu coração e nela pendurar os nomes de todos os meus amigos, os amigos de longe, os amigos de perto, os antigos e os recentes. Todos que estão na minha vida.

Uma arvore forte, raízes profundas, para que nunca sejam arrancadas do meu coração. Uma árvore de sonhos agradáveis para que nossa amizade seja um momento de repouso nas lutas da vida.

Que nossos sonhos não se percam e que, neste final de ano, a esperança do amanhã seja renovada!

Que em 2011, nós tenhamos saúde para caminhar, amigos para ajudar, amor para perdoar, sabedoria para sonhar, sorte para prosperar e anjos para nós proteger.

Obrigado, Freddy Leitão!


Fatos&Fotos: Ilha da Madeira - Portugal

De férias pela Europa, minha querida mãe resolver clicar os aproveitamentos energéticos dos recursos renováveis por onde ela passou. Nessa primeira parada, as fotos são do arquipélago da Ilha da Madeira em Portugal.

Vista aérea das turbinas eólicas na ilha.

Velho moinho de vento.

Sistema de aproveitamento solar fotovoltaico.






segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Fotos&Fatos: Eólica na Espanha

Bloggeiros(as), essas fotos foram enviadas por uma amiga espanhola. Não tenho muitas informações, queria mesmo era só compartilhar...







Brinquedinho Solar

Uma dica de presente pra quem ainda está atrasado, me deram o toque desse mini carro movido a energia solar.
Um carrinho de brinquedo que se movimenta enquanto exposto a luz solar e que para ao ter a incidência luminosa interrompida.
Tem para comprar no link abaixo:


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

World Energy Outlook 2010

Da Agência Ambiente Energia – Apesar da manutenção do domínio das fontes fósseis, a nova edição do World Energy Outlook – WEO 2010, da Agência Internacional de Energia (AIE) revela um cenário promissor para as fontes renováveis de energia. Segundo o documento, o uso das energias hidrelétrica, eólica, solar, geotérmica e biomassa triplica em 2035, com sua participação na demanda da energia primária total de 7% para 14%. A participação da energia nuclear também aumenta, saltando de 6% em 2008 para 8% em 2035. Veja abaixo um resumo dos principais pontos do World Energy Outlook.

Energia e mudanças climáticas

No tocante às mudanças climáticas, segundo o documento, a reunião das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas realizada em dezembro de 2009, em Copenhague, representou um marco, ainda que tenha ficado aquém das expectativas. O Acordo de Copenhague – ao qual se associaram todos os principais países emissores – definiu um objetivo não vinculativo de limitar o aumento da temperatura global a dois graus Celsius (2°C) acima dos níveis da época pré-industrial. Estabeleceu igualmente para os países industrializados o objetivo de mobilizarem recursos financeiros destinados a mitigar e adaptar as alterações climáticas nos países em desenvolvimento, de 100 bilhões de dólares por ano até 2020, e exigiu dos países industrializados que fixem objetivos de emissões para o mesmo ano. Todavia, os compromissos anunciados subsequentemente, mesmo se fossem integralmente cumpridos, permitiriam percorrer apenas uma parte do caminho em direção ao objetivo dos 2°C. Cumpre mencionar que o Brasil foi dos poucos países que apresentaram metas concretas e substantivas de redução de emissões.

O WEO 2010, salienta ainda que as perspectivas mundiais da energia até 2035 dependerão de uma forma crítica das ações políticas governamentais e da maneira como essas ações afetarem a tecnologia, o preço dos serviços energéticos e o comportamento dos utilizadores finais. Nesse sentido, o cenário central desta nova edição do Outlook – New Policies Scenario (O cenário Novas Políticas) – toma emconsideração os compromissos políticos e os planos anunciados por vários países no mundo, incluindo as promessas nacionais de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e os programas de abandono progressivo dos subsídios às energias fósseis, mesmo se ainda estiverem por identificar ou anunciar as medidas para concretizar esses compromissos. O documento realiza comparações com um Cenário Políticas Atuais (Current Policies Scenario, anteriormente denominado Cenário de Referência – Reference Scenario), que não inclui nenhuma alteração das políticas atuais, em meados de 2010, o que significa que os recentes compromissos não são concretizados. Além disso, são apresentados os resultados do Cenário 450, que foi primeiro apresentado em detalhe no WEO‑2008, e que estabelece uma via coerente com a meta dos 2°C e a limitação da concentração dos gases com efeito de estufa na atmosfera em torno de 450 partes por milhão de equivalente CO2 (ppm eq. CO2).

No Cenário Novas Políticas, a procura de energia primária aumenta 36% entre 2008 e 2035, passando aproximadamente de 12.300 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (Mtep) para 16.700 Mtep, correspondendo a uma média anual de 1,2%, uma taxa que deve ser comparada com a média anual de 2% dos últimos 27 anos. A taxa de crescimento da procura projetada é inferior à do Cenário Políticas Atuais, no qual a procura aumenta 1,4% por ano no período 2008‑2035. No Cenário 450, a procura ainda cresce entre 2008 e 2035, mas somente de 0,7% por ano. Os combustíveis fósseis – petróleo, carvão e gás natural – continuam a ser as fontes de energia dominantes em 2035 nos três cenários, embora a sua percentagem no combinado global de combustível primário varie fortemente. As quotas das fontes de energias renováveis e nucleares são comparativamente mais elevadas no Cenário 450 e mais baixas no Cenário Políticas Atuais. As evoluções possíveis – e logo, as incertezas quanto à utilização futura da energia – são muito maiores para o carvão, a energia nuclear e as fontes de energia renováveis não hidroelétricas.

Fontes não renováveis permanecem dominantes

Ainda segundo o documento WEO 2010, no Cenário Novas Políticas, a procura mundial para cada fonte de combustível aumenta, sendo os combustíveis fósseis responsáveis por mais de metade do aumento da procura de energia primária total.

O petróleo continua a ser o combustível dominante no combinado de energia primária durante o período considerado no Outlook, embora a sua participação, que se manteve a 33% em 2008, caia para 28% à medida que os preços elevados e as ações dos governos a favor da eficiência do combustível acarretam uma redução mais acentuada do petróleo nos setores industrial e da geração de eletricidade e que começam a surgir mais oportunidades para substituir os produtos petrolíferos por outros combustíveis no transporte. A procura de carvão aumenta aproximadamente até 2025 e declina lentamente em seguida, durante o resto do período considerado no Outlook. O aumento da procura de gás natural é muito superior à procura de outros combustíveis fósseis devido às suas características ambientais e práticas mais favoráveis e aos constrangimentos ligados à implementação suficientemente rápida das tecnologias de baixo de teor de carbono.

Segundo o WEO 2010, a participação de energia nuclear aumenta, passando de 6% em 2008 para 8% em 2035. A utilização de energias renováveis modernas – incluindo as energias hidroelétrica, eólica, solar, geotérmica, a biomassa moderna e marítima – triplica durante o período do Outlook, passando a sua participação na demanda da energia primária total de 7% para 14%. O consumo da biomassa tradicional cresce ligeiramente até 2020, baixando em 2035 para um nível um pouco inferior ao atual, à medida que os agregados familiares utilizam cada vez mais combustíveis modernos nos países em desenvolvimento.

Crescimento da demanda concentrado nos emergentes

Os países que não são membros da OCDE representam 93% do aumento previsto na procura mundial de energia primária no Cenário Novas Políticas, o que reflete um aumento mais rápido das taxas de crescimento da atividade econômica, da produção industrial, da população e da urbanização.

A China, onde a procura disparou nos últimos dez anos, será responsável por 36% do crescimento previsto na utilização da energia global, e a sua procura aumenta 75% entre 2008 e 2035. Em 2035, a China representa 22% da demanda mundial, a comparar com a sua participação atual de 17%. A Índia é o segundo maior contribuidor para o aumento da procura mundial até 2035, representando 18% desse aumento: durante o período considerado no Outlook, o seu consumo de energia aumenta mais do dobro. Fora da Ásia, é a região do Médio Oriente que registra a taxa de crescimento mais rápida, com um ritmo de 2% por ano. Após um crescimento modesto até 2020, a procura global de energia nos países da OCDE estagna. Todavia, por volta de 2035, os Estados Unidos da América são ainda o segundo maior consumidor de energia no mundo, atrás da China, e muito à frente da Índia (que ocupa um terceiro lugar distante).

A procura mundial de eletricidade deverá continuar a crescer mais solidamente do que qualquer outra forma final de energia. No Cenário Novas Políticas, prevê-se um crescimento de 2,2% por ano entre 2008 e 2035, sendo mais de 80% desse aumento originado por países não OCDE.

Maior participação de fontes renováveis

O WEO 2010, sublinha que a geração de eletricidade está se transformando à medida que o investimento é direcionado para as tecnologias de baixo teor de carbono – consecutivamente ao aumento dos preços dos combustíveis fósseis e às políticas governamentais de estímulo à segurança energética e à redução das emissões de CO2.

No Cenário Novas Políticas, os combustíveis fósseis – principalmente o carvão e o gás natural – continuam a dominar o mercado; contudo, a sua participação na geração total de energia decresce de 68% em 2008 para 55% em 2035, enquanto as energias nuclear e renováveis se desenvolvem. A transição para as tecnologias com baixa emissão de carbono é particularmente destacada nos países da OCDE. De um modo geral, o carvão continua a ser a principal fonte de geração elétrica em 2035, embora a sua participação na geração de eletricidade baixe de 41% atualmente para 32%. Em termos globais, prevê-se que a transição para as energias nuclear, renováveis e outras tecnologias com baixa emissão de carbono diminuirá em um terço a quantidade de CO2 emitido por unidade de eletricidade gerada entre 2008 e 2035.

A expansão das fontes de energia renováveis terá uma influência decisiva na capacidade em conduzir o planeta para um caminho energético mais seguro, fiável e sustentável. O sector elétrico apresenta o maior potencial para desenvolver o uso das energias renováveis em termos absolutos. No Cenário Novas Políticas, a geração elétrica baseada nas energias renováveis triplica entre 2008 e 2035 e a participação de energias renováveis no total da geração de eletricidade, de 19% em 2008, aumenta praticamente um terço (atingindo o nível do carvão). Este aumento provém principalmente das energias eólica e hidroelétrica, embora esta continue a ser a fonte dominante durante o período considerado no Outlook. A eletricidade produzida a partir da energia solar fotovoltaica aumenta muito rapidamente, embora a sua participação na geração global represente apenas cerca de 2% em 2035. A utilização de biocombustíveis cresce mais de quatro vezes entre 2008 e 2035, satisfazendo assim 8% da procura de combustível para o transporte rodoviário no final do período considerado no Outlook (um aumento de 3% em relação à situação atual).

Biocombustíveis

Segundo o WEO 2010, a utilização de biocombustíveis – combustíveis de transporte derivados da matéria-prima da biomassa – deverá continuar a aumentar rapidamente durante o período analisado, graças à subida de preços do petróleo e aos apoios governamentais. No Cenário Novas Políticas, o uso global de biocombustíveis cresce de aproximadamente 1 milhão de barris/dia atualmente para 4,4 mb/d em 2035. Estima-se que os Estados Unidos, o Brasil e a União Europeia permanecerão os maiores produtores e consumidores mundiais de biocombustíveis. Os biocombustíveis avançados, incluindo os derivados de matérias-primas lignocelulósicas, entrarão provavelmente no mercado por volta de 2020, principalmente nos países da OCDE.

Ainda que em países como o Brasil se observe um aumento de competitividade e redução de custos dos biocombustíveis, o WEO 2010 sugere que o custo de produção atual dos biocombustíveis seja muitas vezes superior ao custo atual do petróleo importado, de tal forma que são geralmente necessários incentivos governamentais para torná-los competitivos face aos combustíveis à base de petróleo. O apoio governamental global atingiu 20 bilhões de dólares em 2009 e foi principalmente concedido pelos Estados Unidos e pela União Europeia.

Energia e desenvolvimento humano

Apesar da utilização crescente da energia no mundo inteiro, muitos lares dos países em desenvolvimento não têm ainda acesso aos serviços modernos de energia. Os números são impressionantes: estima-se em 1,4 bilhões o número de pessoas – mais de 20% da população mundial – que não têm acesso à eletricidade e a 2,7 bilhões – cerca de 40% da população mundial – as que dependem ainda do uso tradicional da biomassa para cozinhar. Pior ainda, as projeções da AIE sugerem que se trata de um problema a longo prazo, pois no Cenário Novas Políticas, 1,2 bilhões de pessoas continuam a não ter acesso à eletricidade em 2030 (a meta fixada para o acesso universal aos serviços modernos de energia), 87% das quais residentes em zonas rurais.

Dar a prioridade ao acesso a serviços modernos de energia pode contribuir para acelerar o desenvolvimento econômico e social. O Objetivo de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, de erradicar a pobreza extrema e a fome em 2015, não será atingido se o acesso à energia não melhorar substancialmente. Para alcançar esse objetivo, deverá ser facultado a 395 milhões de pessoas suplementares o acesso à eletricidade e a um bilhão de pessoas suplementares o acesso a combustíveis limpos para cozinhar. (fonte: MME, com informações da Agência Internacional de Energia)

Fonte: http://www.ambienteenergia.com.br

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sacos de Jornal

Dia desses, quando recusei a sacolinha plástica numa loja, ouvi da moça do caixa: mas como você faz com o seu lixo? Não foi a primeira vez que me perguntaram isso. A grande justificativa das pessoas que dizem que "precisam" das sacolinhas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo? Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório). Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro (absorventes, fio dental, cotonetes), o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A ideia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:

Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

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Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, mantendo a base para baixo.


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Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.

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Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.

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Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:

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Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.

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Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.

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Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:

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Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!

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É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!

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Que tal?

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Pode parecer complicado vendo as fotos e lendo as instruções, mas faça uma vez seguindo o passo a passo e você vai ver que depois de fazer um ou dois você pega o jeito e a coisa fica muito muito simples. Daí é só deixar vários preparados depois de ler o jornal de domingo!


Maior Usina Solar Fotovoltaica dos EUA

Localizada a 60 quilômetros de Las Vegas, na cidade de Boulder, a usina de Copper Mountain entrou em funcionamento no dia 07/12/2010 com a capacidade instalada de 48MW.

A usina, um empreendimento da Sempra, levou 11 meses para ser construída e possui 775 mil painéis solares que ocupam uma área de mais de um milhão de metros quadrados.

A energia gerada está sendo comprada pela Pacific Gas & Electric (PG&E), que pretende com isso cumprir a meta de renováveis estabelecida pelo governo da Califórnia. Segundo a lei estadual, 20% da geração das empresas fornecedoras de eletricidade deve ser proveniente de fontes alternativas já em 2010.

A usina de Copper Mountain entra para o “top 5” das maiores do planeta, ficando atrás de instalações do Canadá, Itália, Alemanha e Espanha.

Fonte: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/?id=726549

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Aparelho que transforma qualquer água em potável

Em tempo de aquecimento global e indefinição de estações do ano, para muitas comunidades, a única água que eles possuem para os consumo diário é a de um barrento rio que está prestes a secar. E, pela falta de opção, é essa mesma água suja que eles utilizam para cozinhar e beber.
Uma forma bem barata e simples de combater este quadro seria a implantação em massa do Watercone, um equipamento composto basicamente por um recipiente e um cone, com o objetivo principal de transformar qualquer tipo de água, em água potável.
O seu funcionamento é bem simples. Como você pode ver na sequência de imagens a seguir, a pessoa despeja a água que pretende ser purificada na base do cone e o veda com a tampa específica, em forma de cone. O resto a natureza e a física tratam de fazer. Com a ajuda do sol forte, os raios solares tratam de criar uma certa pressão dentro do recipiente ao ponto de evaporar a água que está dentro dele, na qual, ao subir em forma de gás e entrar em contato com a parede do cone, condensa-se e volta a ser líquida, escorregando, portanto, até as canaletas que fazem parte da tampa, na base do cone em forma de água potável. Depois daí é só virar e derramá-la em uma garrafa qualquer.

Fonte: www.mundotecno.info

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Solar: Usina da CEMIG em Sete Lagoas

A companhia energética mineira Cemig fechou parceria com a Solaria - fabricante espanhola de painéis que convertem energia da luz do sol em eletricidade - para a realização de estudos que visam a implantação de uma usina de energia solar com capacidade de 3 megawatts (MW).

O plano é erguer a unidade em Sete Lagoas (MG), com o início da construção no começo do ano que vem. O projeto está em fase de estudos preliminares, diz a Cemig.

Em nota, o gerente de energias alternativas da Cemig, Marco Aurélio Dumont Porto, diz que o projeto corresponde à primeira instalação de energia solar conectada à rede distribuição na América Latina. Um dos fatores que pesaram na escolha de Sete Lagoas para receber o projeto é o índice de radiação considerado satisfatório na cidade.

Fonte: O GLOBO

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Ano n°1


"..é preciso crer no milagre da semente que se planta, ainda que não vejamos o que acontece sob o solo.."

Para alguns parece que foi ontem a queda de um muro que encerrou a bipolarização do mundo,


parece que foi ontem o imenso blackout que apagou a luz em todo o Brasil,


parece que foi ontem que ao me organizar, organizei o coração e a mente por aqui,


Só parece que a semente foi plantada ontem, mas não foi.


Ainda que não se veja os resultados desejados, se tem Fé.


Parece que foi ontem, mas já se passou um ano como se passa segundos.


Foi ontem o dia que desenhei o blog e hoje vejo o crescer da idéia cultivada.



Queridos amigos e amigas,


o blog viVERDEperto completa um ano e, como esta data não podia passa em branco,


deixo aqui meus sinceros agradecimentos pra quem vive por aqui mais de perto.


Um abraço e se liguem, muitas novidades no ar! Aguardem!



Acontece agora

João Maia está empenhado na construção do banheiro seco para o futuro Centro de Permacultura e Engenharia Ambiental, em Jaboticatubas. E, pra quem se habilitar por a mão na massa, tá aí uma dica. Abaixo, algumas fotos da construção:

Me dá idéia: ECOloja na net


Click no link e descubra:

Curso de Energia Solar Fotovoltaica

Com o objetivo de capacitação, aplicação, conscientização e correta utilização da energia solar fotovoltaica, visando atender a crescente demanda do mercado por soluções em energias alternativas, a Solar Brasil em parceria com a ANAB monta turmas para o curso de energia solar fotovoltaica.

PUBLICO-ALVO:


¨ Engenheiros;


¨ Arquitetos;


¨ Técnicos;


¨ Eletricistas;


¨ Revendedores;


¨ Eletrotécnicos;


¨ Profissionais da área solar.


OBS: Mesmo tratando-se de curso livre, há necessidade de ter conhecimentos em eletricidade.


CONTEÚDO:


¨ Energia alternativa no Brasil e no mundo;


¨ Principais usos e aplicações;


¨ Conceitos sobre Energia Solar;


¨ Processo de fabricação e funcionamento dos painéis solares;


¨ Conceitos fundamentais de elétrica (tensão, corrente, potência);


¨ Produtos e equipamentos disponíveis;


¨ Custos e investimentos;


¨ Dimensionamento de sistemas básicos;


¨ Descrição de sistemas instalados;


¨ Descrição detalhada dos componentes do sistema;


¨ Módulos solares, baterias, controladores de carga, inversores;


¨ Conceitos de ligação (Série e Paralelo);


¨ Dimensionamentos em 12, 24 e 48 Volts;


¨ Sistemas conectados à rede (Grid Tie);


¨ Diagramas de instalações;


¨ Detalhes de manutenção e operação.


¨ Montagem de um sistema básico.

Informações:alessandraberto@solarbrasil.com.br




























alessandraberto@solarbrasil.com.br


11-5041-7666 / 11-5542-7980 / 11-5535-4071

Solar: preço em queda livre

Um estudo da European Photovoltaic Industry Association (EPIA) e do Greenpeace projeta uma queda de 60% no custo da energia solar fotovoltaica. Segundo o levantamento, nos últimos dois anos o preço desta solução energética caiu 40%. Além do custo, a alternativa ganha pontos no quesito eficiência dos módulos, que tem uma variação média entre 15% e 19%. Num cenário de 10 anos, o estudo aponta um aumento de eficiência da ordem de 30%, o que ajudará a reduzir o preço da energia solar fotovoltaica.

De acordo com a projeção feita pelo estudo, a base instalada de energia solar fotovoltaica fechará o ano com 30 GW. Na Europa, esta alternativa, em 2009, ficou em terceiro lugar, atrás da energia eólica e da geração térmica a gás. O estudo informa que a tecnologia fotovoltaica já é utilizada por mais de 50 governos nacionais ou regionais em todo o mundo. Revela ainda que mais de mil empresas estão produzindo silício cristalino e 160 trabalhando com tecnologias de película fina.


Fonte: Agência Ambiente Energia

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Hidrogênio: Corrida pela Liderança


Por Júlio Santos, da Agência Ambiente Energia - A disputa pela liderança da tecnologia de hidrogênio para geração de energia ou para uma série de outras aplicações ficou acirrada nos últimos anos. Com a redução dos investimentos públicos nos Estados Unidos, o eixo se deslocou para a Ásia, com Japão e Coreia na dianteira. No Japão, por exemplo, o orçamento do METI (Ministério da Economia, Comércio e Indústria) saltou de US$ 79,66 milhões, em 2000, para US$ 288,18, em 2006, totalizando, no período, investimento de US$ 1,558 bilhão.

Nos Estados Unidos, em 2010, o investimento chega a US$ 256 milhões. Paulo Palhavam, consultor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) no estudo “Hidrogênio energético no Brasil – Subsídios para políticas de competitividade: 2010 -2025″, relata as principais ações e projetos na Comunidade Europeia, Estados Unidos e Ásia.

Principais ações e projetos da Comunidade Europeia

CUTE: Clean Urban Transport for Europe – O CUTE foi um projeto iniciado em novembro de 2001 e concluído em maio de 2006. Neste período, 27 ônibus a hidrogênio operaram em nove grandes cidades europeias em linhas convencionais de passageiros. Além dos ônibus foram construídas nove estações de abastecimento de hidrogênio com a produção deste gás realizada através de diferentes tecnologias. O objetivo deste projeto foi desenvolver e demonstrar um sistema de transporte livre de emissões sonoras e de poluentes.

HyFLEET: CUTE - Projeto desenvolvido como continuação do CUTE. Prevê a operação de 47 ônibus a hidrogênio em 10 cidades de três continentes. Este projeto conta com o envolvimento de 31 parceiros da indústria, governos e academia.

Principais ações e projetos EUA

Hydrogen Fuel Initiative (HFI) – Em janeiro de 2003, através da iniciativa do presidente George W. Bush para Economia do Hidrogênio foi feito o anúncio sobre o investimento de 1,2 bilhão de dólares em pesquisas relacionadas às tecnologias do hidrogênio, no período de 2004 a 2008, com destaque para aplicação veicular. Ele afirmou que os “cientistas superarão obstáculos para levar estes veículos dos laboratórios para as revendas para que o primeiro veículo dirigido por uma criança nascida hoje possa ser movido a hidrogênio e livre de poluição”. A liberação desse orçamento ficou conhecida como Hydrogen Fuel Initiative (HFI).

FreedomCar and Fuel Partnership - O FreedomCAR and Fuel Partnership é uma parceria do governo e da indústria americanos, incluindo o Departamento de Energia, o U.S. Council for Automotive Research (os membros incluem as empresas Ford Motors, General Motors Corporation, e DaimlerChrysler Corporation), e cinco grandes empresas energéticas (BP America, Chevron Corporation, ConocoPhillips, ExxonMobil Corporation, e Shell) (U.S. DOE, 2006).

O principal objetivo da parceria é identificar e desenvolver tecnologias necessárias para permitir um volume elevado de produção de veículos, com preço acessível, equipados com células a combustível e abastecidos a hidrogênio, bem como uma infraestrutura nacional adequada para a frota. Além disso, a parceria também precisa ativar a penetração de híbridos elétricos e veículos de combustão avançados, que também ofereçam a possibilidade de reduzir significativamente a dependência de petróleo importado (U.S. DOE, 2006).

Principais ações e projetos Japão

O Japão foi o primeiro país a ter um grande programa de P&D em tecnologias relacionadas ao hidrogênio e às células a combustível, 18 bilhões de ienes (153,34 milhões de dólares americanos) de 1992 a 2002. Em 2003, foi lançado o projeto New Hydrogen que tinha foco na comercialização. Em 2005, o orçamento foi de 3,5 bilhões de ienes (33,7 milhões de dólares americanos) em atividades de pesquisas em hidrogênio (Fuel Cells 2000, 2008)

A New Energy and Industrial Technology Development Organization (NEDO) e o Ministry of Economy, Trade and Industry (METI) são as instituições que possuem a maior parte dos projetos relevantes na área de tecnologias relacionadas ao hidrogênio e às células a combustível.

Fonte: www.ambienteenergia.com.br

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

viVERDEperto no Japão

Grupo Pasona atua no ramo de recrutamento profissional.
Objetivo é criar um ambiente de trabalho que coexista com a natureza.

O Grupo Pasona, empresa do ramo de recrutamento profissional com sede em Tóquio, capital japonesa, mantém plantações no interior de seus escritórios.

O objetivo da companhia é criar um ambiente de trabalho que coexista com a natureza. Os próprios empregados cultivam vegetais, frutas e até arroz na “fazenda urbana”.
Fonte: G1

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

IDÉIAS SUSTENTÁVEIS

Achei interessante, mas tenho minhas dúvidas se isso realmente existe e se funciona do jeito que dizem...repassei de qualquer maneira...vejam e tirem suas próprias conclusões.


Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova dágua, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Biomassa e Gaseificação

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) tem um projeto que prevê a construção, em Piracicaba (SP), de uma usina para desenvolver a tecnologia de gaseificação, técnica aplicada na conversão da biomassa em combustível. Com valor estimado em R$ 110 milhões, a previsão é que o projeto seja construído num prazo de cinco anos. A gaseificação da biomassa é vista como uma solução para diminuir a emissão de gases de efeito estufa e garantir a produção de energia limpa.

A proposta está em analise pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). Além de pretender contar com a participação federal, o IPT tem o apoio de empresas privadas como a Braskem, Cosan e Oxiteno, de acordo com informações do site do MCT. A intenção é que o projeto integre as principais iniciativas do IPT, do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE/MCT), do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), de universidades e de institutos de pesquisas.

O IPT, desde 1973, quando estourou a crise do petróleo, desenvolve projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, principalmente na conversão de combustíveis sólidos em gás. No Brasil, uma das principais fontes de biomassa é a cana-de-açúcar. Em 2009, foram colhidas 650 milhões de toneladas de cana. Cada tonelada gera 210 quilos de biomassa.

Só com a biomassa produzida pela cana em 2009 seria possível gerar cerca de R$ 24 bilhões em energia. A gaseificação é feita por reações termoquímicas que resultam em um combustível que pode ser utilizado de diversas maneiras. Um exemplo dessa versatilidade é o seu uso em motores de combustão interna e turbinas a gás. (com informações do MCT)

Fonte: Agência Ambiente Energia

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Bolsa Solar

Pesquisadores da Grécia estão desenvolvendo novas formas de aproveitar a farta de energia solar disponível no país. Atualmente, tentam incrementar uma bolsa equipada com um painel solar que já está a venda nos Estados Unidos de forma a transformá-la em uma mini-usina e antena de transmissão. Cientistas gregos agora trabalham em uma fina película que pode gerar e conduzir eletricidade e ser aplicada sobre capas plásticas comuns. Eles esperam que o produto revolucione redes sem fio portáteis. Uma simples bolsa poderia ser transformada em bateria e antena para um sistema sem fio. Mas entre as dificuldades que a pesquisa enfrenta está a crise econômica na Grécia, que tem levado muitos pesquisadores a deixar o país.

Fonte: BBC e Estado de Minas

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A internet é vilã no consumo de energia: realidade ou ficção?

Um ponto de vista, qual é o seu?

Numerosos artigos publicados nos últimos anos alimentaram a ideia de que a internet é uma grande consumidora de energia. Um exemplo foi a notícia de que a conta de energia elétrica da popular rede social Facebook era de mais de um milhão de dólares.


Há alguns dias, o jornal inglês The Guardian publicou outro artigo relacionado ao tema. Entitulado “O lado negro da computação em nuvem: grandes emissões de carbono", referia-se ao consumo energético despendido pela internet para armazenar nossos arquivos digitais, o que fará com que a pegada de carbono da web se duplique em 2020 (em relação aos níveis de 2007).

No entanto, nem todos os cientistas e especialistas concordam com estas afirmações, sobretudo se levarmos em conta a economia gerada em outros setores.

TreeHugger cita um artigo do Climate Progress sobre o assunto. 


Pesquisador de temas ligados à tecnologia, com numerosos trabalhos publicados, o Dr. Jonathan Koomey explica: "Muitas pessoas acreditam que a energia usada pelos computadores é muito maior do que realmente é, e está crescendo a uma velocidade incrível. Nenhuma destas crenças é verdadeira. (…)Apesar de os computadores consumirem eletricidade, não contribuem tanto para o consumo total de energia. Torná-los mais eficientes é uma boa ideia, mas é ainda mais importante nos concentramos nos recursos proporcionados pela tecnologia da informação para a sociedade como um todo. Os computadores usam uma porcentagem de toda a eletricidade consumida, mas podem nos ajudar a usar os outros 95% de uma forma muito mais eficiente ".

Ou seja: o ponto crucial não é a quantidade de energia que os computadores consomem, mas os benefícios que proporcionam. Como exemplo, Koomey cita a diferença entre baixar um CD de música em vez de sair para comprá-lo fisicamente. Segundo um estudo recente, que levou em conta todos os elos do do ciclo de produção de um produto, baixar um CD reduz as emissões em mais ou menos 40%. Em condições ideais, a economia poderia chegar a 80%.


Não é difícil comprovar isso se pensarmos nos materiais e energia necessários para produzir um objeto, armazená-lo e transportá-lo até os pontos de venda, em comparação com a energia necessária para baixá-lo em um computador. O mesmo se aplica a documentos, fotografias, filmes e todo tipo de arquivos que manipulamos digitalmente. Koomey também refere-se a diversas outras aplicações de todo tipo de tecnologia em edifícios e casas.


Concluindo: "A tecnologia da informação nos permite desmaterializar, reduzir emissões de transporte e nos torna mais inteligentes com mais rapidez. Não há tempo a perder para colocá-la em ação”.

Da próxima vez que um artigo mencionar o alto consumo energético da internet, lembre-se de analisar a questão por estes ângulos.

Fonte: Discovery Channel